segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Física das radiações:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/07/080724_cancercelularalerta_np.shtml
Estudo vincula risco de câncer raro a uso prolongado de celular:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/02/080218_celularcancersaliva_ba.shtml
Radiação do celular atrapalha o sono, diz estudo
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/01/080117_celularsono.shtml
Pele e Radiação solar:
http://www.projetos.unijui.edu.br/gipec/sit-estudo/se%20ser%20humano/sentido%20do%20tato.html
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL COM ENFASE PARA O SURDO NA INCLUSÃO ESCOLAR
ANTONIO JOÃO GONÇALVES
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL COM ENFASE PARA O SURDO NA INCLUSÃO ESCOLAR
ESCOLA ESTADUAL PROF.ª IZAURA HIGA
Campo Grande - MS
2011
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL COM ENFASE PARA O SURDO NA INCLUSÃO ESCOLAR
Trabalho elaborado para fins de avaliação da disciplina de Educação Especial, do Curso de Física (Com Ênfase ao Atendimento Pedagógico para o Surdo na Inclusão Escolar), sob orientação do professor Doutor Antonio Lino.
Campo Grande - MS
2011
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
COM ENFASE PARA O SURDO NA INCLUSÃO ESCOLAR
A disciplina: Avaliação Diagnóstica na Educação Especial, Propiciou a aquisição de conhecimentos sobre as etapas do desenvolvimento da Linguagem Oral e Escrita, compreendendo: Aquisição da linguagem oral; Desenvolvimento do simbolismo; Aquisição fonêmica. Aquisição da leitura e da escrita. Competências fundamentais no processo. Os conteúdos favoreceram estabelecer as relações entre o desenvolvimento do surdo com a linguagem oral e desta com a aquisição da escrita.
No decorrer do processo de desenvolvimento do pensamento e da linguagem, a atividade do surdo se torna uma necessidade para o processo de inclusão, possibilitando a apropriação de conceitos. Vigotski estudou a apropriação dos conceitos dividindo-os em dois grupos: os conceitos cotidianos e os conceitos científicos. Os conceitos cotidianos são apropriados no decorrer da vivência, sem nenhuma sistematização em seu aprendizado e isolado de generalizações complexas (Vigotski, 1995). Já os conceitos científicos são aprendidos a partir de sistematizações, por serem mais complexos que os cotidianos.
A construção do pensamento e da linguagem e todos os processos neles relacionados abarcam não só o desenvolvimento do aspecto cognitivo, mas também o afetivo-emocional, gerado pela motivação (desejos e necessidades). Todo processo cognitivo tem como base uma emoção que, tal como o pensamento e a linguagem, também é internalizada pela mediação (Vigotski, 1995).
A escrita ativa as funções psicológicas superiores, constituindo outra forma de manifestação da linguagem, ou seja:
[...] uma função que se realiza, culturalmente, por mediação. O escrever pressupõe[...] a habilidade para usar alguma insinuação (por exemplo, uma linha, uma mancha, um ponto) como signo funcional auxiliar, sem qualquer sentido ou significado em si mesmo, mas apenas como uma operação auxiliar (VIGOTSKI; LURIA, 1995, p.145).
A linguagem escrita é a primeira e mais evidente manifestação cultural do homem, pois se refere a um sistema externo, constituído por signos (gestos, desenhos e letras), que é internalizado; a linguagem escrita é, inicialmente, um sistema simbólico de segundo grau (por representar a fala) e, posteriormente, de primeiro grau, por se tornar independente da fala. "Isso significa que a linguagem escrita é constituída por um sistema de signos que designavam os sons e as palavras da linguagem falada, os quais, por sua vez, são signos das relações e entidades reais" (VYGOTSKY, 1991, p.120).
A linguagem escrita exige, portanto, um nível de abstração bem diferente do que a linguagem oral, pois a primeira é isenta de entonação, sonoridade, expressividade e de interlocutor. A motivação para recorrer a esse tipo de linguagem é bem diferente da dos motivos relacionados à linguagem oral, assim como a própria estrutura e o desenvolvimento dessa função. Assim, inicialmente, a linguagem oral tem na perspectiva função de comunicação, necessitando, portanto, de um interlocutor, de sonoridade e entonação; enquanto a linguagem escrita é, uma operação auxiliar.
Para Cagliari (1994), o professor deve procurar compreender como se dá o processo de aquisição do conhecimento; como se situa em termos de desenvolvimento emocional e como vem evoluindo no processo de interação social, da natureza da realidade lingüística envolvida no momento em que está acontecendo de forma produtiva o processo de aprendizagem.
A inclusão é um processo mundial em crescimento no Brasil, e amparado por documentos legais tais como LDB n° 9394 (Brasil, 1996), Diretrizes Nacionais para a Educação Básica (Brasil, 2001), que estabelecem vários níveis diferenciados de ação, no que se refere a sua natureza: política, administrativa e técnica e que “paulatinamente conquistada” (Carvalho 1997).
O profissional da educação
Para Vasconcelos (2001), quem transforma a realidade não é um sujeito isolado, mas um conjunto de homens, num determinado contexto histórico, com uma determinada organização. Quanto maior o número de sujeitos empenhados na mesma transformação, maior a possibilidade de se alterar a realidade. O professor tem como tarefa fundamental ser portador da esperança, de um projeto de futuro, recusando-se, portanto, a aceitar que a configuração do mundo que está ai é a única possível, recusando-se a amesquinhar sua existência, negando-se a abrir mão de seu sonho de uma vida melhor para todos.
Segundo Vasconcelos (2001), o desgaste que vem sofrendo o sistema educacional, são problemas que na realidade é de tempos atrás, que além da desestruturação das instituições cada dia mais falidas, existem também que os professores devem mudar não só concepções objetivas, mas também as subjetivas diante da realidade social. Devendo trabalhar novas formas e métodos pedagógicos. E, ter aparatos de motivações, que estão suprimidas por um arruinado sistema que também necessita de reestruturação, reestruturação, por exemplo, quanto à qualidade desses profissionais, mas também de outros dados importantes como: resgatar a valorização do professor seja em âmbito sócio econômico, político e até mesmo enquanto ser humano digno de sua profissão.
Resultado da Pesquisa
Atualmente, 273 intérpretes atuam nas escolas estaduais de Mato Grosso do Sul, destes 68 em Campo Grande e a cada ano a uma procura muito grande de deficiente auditivo querendo estudar nas escolas, com isso temos que cada vez mais contratar esses profissionais.
Considerações finais
A louvável atitude da professora Jeanne, em destacar um aspecto que pode levar ao maior contato entre intérprete e surdo é o fato de os parentes não terem o conhecimento das linguagens de sinais, segundo a professora Jeane da EE Profª Izaura Higa onde ela destaca a importância da família em entender as linguagens de sinais, mas nem sempre é assim. Vários aspectos estão presentes nas dificuldades com esses adolescestes e até com adultos dificultam um bom relacionamento com a família destacando-se: em que as famílias não querem que seus filhos participem da linguagem de sinais, achando que isso pode interferir na fala, os responsáveis querem que eles falem como uma pessoa sem surdes e rejeita a libra, o importante é saber que quanto mais cedo o deficiente auditivo tiver contato com a linguagem de sinais, a comunicação será mais eficiente.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais. V. 2. Brasília: MEC, 1997.
CAGLIARI, L. C. Alfabetização e lingüística. São Paulo Scipione, 1994.
FERREIRO, E. Alfabetização em processo. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1993.
VASCONCELOS, Celso dos Santos. Para Onde Vai o Professor?: Resgate do Professor como Sujeito de Transformação. ed. 8ª. São Paulo: Liberdad, f) edição 2001.
VIGOTSKI, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1995.
VYGOTSKY, L. S.. A construção da mente. São Paulo: Ícone, 1991.
Reportagem Professor Oscar Correio do Estado Maio de 2011.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Algumas das revistas da Área 46 da CAPES - Ensino de Ciências e Matemática:
Boletim - Sociedade Astrônomica Brasileira
Caderno Brasileiro de Ensino de Física
Cadernos de Pesquisa (Fundação Carlos Chagas)
Ensaio: Pesquisa em Educação em Ciências
Enseñanza de las Ciencias de la Tierra
Experiências em Ensino de Ciências (UFRGS)
História, Ciências, Saúde-Manguinhos
Investigações em Ensino de Ciências
REEC. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias
Revista Brasileira de Educação
Revista Brasileira de Ensino de Física
Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências
Revista Ciência e Cultura da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)
Revista Ciência Hoje da Sociedade Brasileira para o Progressp da Ciência (SBPC)
Revista Ciências Exatas e Naturais
Revista ComCiência da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)
Revista de Enseñanza de la Física
Revista Electrónica de Investigación en Educación en Ciencias
Revista Eureka sobre Enseñanza y Divulgación de las Ciencias
Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia
-Procure também por outras publicações em:
SciELO - Scientific Electronic Library Online
Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
Consulte a avaliação Qualis da CAPES de periódicos científicos (clique aqui)
http://www.fcf.usp.br/Ensino/Graduacao/Disciplinas/LinkAula/My-Files/interacao.htm http://www.fsc.ufsc.br/~canzian/radiacoes/index.html Radiação.
http://translate.google.com/translate_t?hl=pt# Tradução
Sites que fala sobre Radiação.
http://www.fcf.usp.br/Ensino/Graduacao/Disciplinas/LinkAula/My-Files/interacao.htm http://www.fsc.ufsc.br/~canzian/radiacoes/index.html
Tradução Google
quinta-feira, 31 de março de 2011
Sites diversos da área de Educação
Clique aqui para acessar o portal da UAB. Universidade Aberta do Brasil
http://www.uab.capes.gov.br/index.php
Confira o portal da CAPES, que
oferece artigos completos e resumos de documentos em todas as áreas do conhecimento.
http://www.uab.capes.gov.br/index.php
http://virtual.ufms.br/login/index.php EAD UFMS
http://www.dominiopublico.gov.br/ Biblioteca Virtual
Site do Mec, Portal do Professor e Secretarias de Educação de MS.
Publicações MEC e Legislação da Educação (MEC)
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html (Portal do Professor)
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB
Referenciais para formação de professores
Parâmetros Curriculares Nacionais para a Educação Fundamental - PCNEF
Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio – PCNEM
Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio - OCNEM
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos
Ciências Naturais na Educação de Jovens e Adultos
Escassez de professores no ensino médio: propostas estruturais e emergenciais
Plano Nacional de Educação (PNE)
Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE)
Diretrizes Curriculares para cursos de graduação (procurar pela Licenciatura em Física)
Secretaria Estadual de Educação de MS
Referenciais Curriculares para o Ensino Médio de Mato Grosso do Sul
Plano Pedagógico Institucional (PPI) e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFMSdomingo, 13 de março de 2011
SITES IMPORTANTES,EMAIL E BLOGGER
Professor: Antonio João
E-mail antoniojoao44@gmail.com
BLOGGER http://www.antoniojoao44gmail.blogspot.com/
SITES IMPORTANTES
www.cepa.if.usp.br/e-fisica/eletricidade/
www.cepa.if.usp.br/e-fisica/mecanica/
* http://www.ludoteca.if.usp.br/ripe/index.php
http://br.geocities.com/saladefisica/
http://www.coladaweb.com/questoes.htm
http://www.searadaciencia.ufc.br/
* WWW.uniescola.ufrj.br/fisica
Filytipe:pps nome do conteúdo
Instituições
Agencia Espacial brasileira
http://www.aeb.gov.br/mini.php?secao=aebescola
NASA (E.U.A)
http://www.nasa.gov/offices/education/about/index.html
European Southem Observatory (ESO)
Associação brasileira de Planetários (ABP)
http://www.planetarios.org.br/
Instituto Astronômico e Geofísico da USP (IAG)
Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (INPE)
Observatório Didático Astronômico UNESP (Bauru)
http://unesp.br/astronomia/index_cat3_areas.php
Telescópio Espacial Hubble
GREF (Grupo de Reelaboração do Ensino de Física) - Astronomia
http://www.if.usp.br/gref/mec/mec4.pdf
http://sites.google.com/site/proflanghi/ Professor (UFMS)
SATÉLITES E SEUS SUBSISTEMAS
Pré requisito Óptica e Estudo de Ondas
SATÉLITES E SEUS SUBSISTEMAS 2° Ano do ensino Médio
P - Como é que alguém que está em Manaus pode falar com alguém em São Paulo como se estivessem
próximos? O som da fala não ia demorar um bom tempo pra chegar de uma pessoa até a outra?
R - Isso é possível porque o que viaja de uma cidade até o satélite para depois chegar ao seu destino não é o som, mas ondas de rádio que viajam a velocidade da luz.
(saiba mais em Subsistemas > Comunicação de Serviço)
P - Como é possível haver uma conversa telefônica entre uma pessoa na Europa e outra no Brasil se há um oceano separando os dois continentes?
R - Antes do uso dos satélites, tal tipo de comunicação era feita através de um extenso cabo que cruzava o oceano. Atualmente, os satélites de comunicação são os responsáveis pela ligação de um lado ao outro do globo terrestre, já que estão muito acima deste e podem enviar e receber sinais para os dois continentes.
(saiba mais em Subsistemas > Cargas Úteis > Telecomunicações)
P - É verdade que alguns satélites podem fotografar até pessoas na Terra?
R - Sim. Há satélites atualmente com uma resolução espacial de 20 cm (e até menos, como os satélites norte-americanos Big Bird e Key-Hole), ou seja, cada ponto na imagem digital gerada pelo satélite equivale a uma área de 20 cm2 , o que permite obter imagens bastante detalhadas da superfície da Terra. No entanto, imagens com resoluções espaciais superiores a 1m são de uso exclusivo de militares.
(saiba mais em Glossário > Resolução Espacial)
P - Por que é que os satélites não caem na Terra?
R - Eles até caem, mas por erros, acidentes ou uma queda programada que ocorre quando são desativados. Quando estão em órbita, há um "equilíbrio" entre a velocidade do satélite e a força peso exercida pela gravidade da Terra. Assim, ele fica orbitando em torno do planeta sem cair. É mais ou menos o que ocorre quando se gira um objeto preso a um barbante.
(saiba mais em Astros da Física > Parte 2)
P - Como as rodas de reação podem mover o satélite se ficam dentro dele?
R - Quando elas giram, devido à lei da ação e reação, o corpo do satélite recebe uma força de igual intensidade e direção, só que com o sentido inverso. Como no espaço quase não há atrito do satélite com o meio, ele pode girar em torno de seus próprios eixos.
(saiba mais em Subsistemas > Controle de Órbita e Atitude > Atuadores).
http://www6.cptec.inpe.br/~grupoweb/Educacional/MACA_SSS/